Aparentemente somos sonhos,
De pessoas que ainda estão dormindo,
Somos sonhos daqueles que ou não sabem
Ou não querem aproveitar a vida.
Aparentemente somos invisíveis,
Quando o amor nos venda os olhos,
E tudo pode ficar escuro, ou colorido,
Dependento da intensidade do sentimento.
Aparentemente somos humanos,
Porque as vezes somos irracionais,
Não pensamos, apenas agimos,
Seguindo nosso instinto animal,
De um ser que pode se chamar primata.
Aparentemente somos sorriso,
Daqueles que não sabem sorrir,
E daqueles que nem tentam - como são tolos,
E assim, não percebem a beleza de estar vivos.
Aparentemente somos deuses,
Que despertam o amor,
Vestem-se de adoração,
Para que um outro mortal seja capaz de morrer por nós.
Aparentemente somos vida,
Que explode de manhã no mormaço,
Que cai, nas gotas de inverno,
Mas que mesmo assim, teimamos em não viver...
Intensamente.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
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